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Objetivo: Analisar os impactos neurológicos de longo prazo em crianças que sobreviveram à meningite. Materiais e Métodos: Realizou-se uma revisão integrativa da literatura com busca de artigos nas bases PubMed, SciELO, LILACS e Scopus, publicados entre 2020 e 2024. Foram utilizados descritores padronizados do DeCS, além de critérios de inclusão e exclusão. Após a triagem, 13 estudos foram considerados elegíveis para compor a revisão. Resultados e Discussão: Observou-se que crianças sobreviventes de meningite apresentam sequelas neurológicas frequentes, como perda auditiva, déficits cognitivos, alterações comportamentais e motoras. A perda auditiva foi uma das complicações mais prevalentes, especialmente na meningite pneumocócica. Déficits em memória, atenção e linguagem também foram recorrentes, afetando o desempenho escolar e o desenvolvimento global. A gravidade das sequelas variou conforme o agente etiológico, a idade da criança e o tempo de início do tratamento. Considerações Finais: A meningite infantil representa risco elevado ao desenvolvimento neurológico, exigindo acompanhamento multiprofissional e políticas públicas de prevenção, reabilitação e inclusão.
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